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Mostrando postagens com o rótulo política brasileira

Ditadores são bem-vindos

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Apenas uma nota para iniciar mais uma semana em que o Brasil torna-se uma cor pastel na paleta mundial. O ditador Maduro está no Brasil desde ontem.  É responsável (assim como Mao, Putin, Pol-Pot e tantos outros fascínoras) pelo genocídio do próprio povo. A emigração forçada de venezuelanos para o resto do mundo é um fato desde o antecessor-ditador Chavez. O Brasil é um destino importante, como reportagem abaixo informa, mas como o ditador é mais um dos amigos ideológicos do ladrão atualmente no poder, idiotas-úteis apóiam a visita em terras tupiniquins e no além-mar...  O anão-diplomático que é o Brasil também confirma sua vocação para anão-moral de seus líderes, mas sobretudo de sua elite governante, acadêmica e econômica, que não se insurge contra tais absurdos. Lembrete: o governo norte-americano parece que possui um mandado de prisão do ditador bolivariano : 

Estultices petistas

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A liberalidade em falar e propor bobagens não é exclusividade de líderes populistas de esquerda.  Estes, entretanto, flertam sempre com platéias cativas incapazes de contestarem ou indignarem-se com devaneios delirantes e absurdos, a despeito da presença invariável dos inúmeros diplomados, laureados e frequentadores de colóquios acadêmicos globais que dizem ser de alto nível. O fenômeno contagioso não apenas ocorre com o coronavirus: a estultice - ou imbecilidade, estupidez, falta de inteligência e preparo - impregna as mais altas rodas intelectuais e elitistas sobretudo quando tudo se justifica pelo bem coletivo e, mais recentemente, pela suposta luta pela democracia, ainda que signifique a implantação do estado-policial e da censura, inclusive prévia. O Brasil de L(202)3 revive a tragicomédia dos anúncios absurdos midiáticos, como aquele bem recente de que o país estaria negociando com Argentina - um país com várias modalidades de câmbio e uma inflação superior a 100% ao ano - a ...

Divide et impera

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Mais de 22 séculos atrás, o Imperador romano Júlio César aplicou a antiga estratégia militar de dividir para conquistar a Gália, atual França. Os cartunistas Uderzo e Goscinny imortalizaram em comédia o movimento de resistência aos romanos, representando-o nas tirinhas de Asterix que ganharam simpatia do mundo por seu humor, com fundo de verdade (a necessidade de resistir aos invasores, tanto brutos quanto ardilosos). César dividiu os franceses como estratégia de conquista. Ganhou todo o território gaulês colocando regiões francesas umas contra as outras, infiltrando-se e finalmente prevalecendo. Seguindo a mesma estratégia, o Império Britânico (sim, esse representado atualmente pelo Rei Charles da Inglaterra) colocou tribos árabes lutando entre si para conquistar a península arábica, lá se mantendo até a década de 1930. Fizeram isso para sugar as riquezas da região, sobretudo o petróleo. Utilizando a mesma estratégia de César, os britânicos impuseram fronteiras artificiais ...

A tragédia amazônica e a caça às bruxas

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O crime bárbaro que vitimou um indigenista e um jornalista de envergadura fez manchete nos últimos dias. Cientes que poderiam enfrentar resistência da população local, ou algo pior, destemidos investigadores aventuraram-se pela selva munidos apenas de boas intenções. Infelizmente, malfeitores cruzaram seus caminhos e lhes ceifaram as vidas, de forma ignóbil, vil. A despeito do horror do crime, rapidamente - como tudo atualmente no Brasil, nos EUA e outras paragens - a politização ocorreu, pela via da imprensa opiniosa. E sobre isso, nada melhor do que ler essa abordagem corajosa e lúcida, por Luciano Trigo . A cada momento, todo cuidado é pouco para se ler agências de notícias e boletins noticiosos. A fronteira amazônica é porosa, impossível de ser fiscalizada. Todos os países amazônicos são obrigados a preservar a floresta, impedindo a ocupação humana, sua "civilização", o que aproveita ao narcotráfico. Relatos de militares que já serviram na região indicam que nenhum país a...

Banqueiros-Presidentes?

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João Amoedo, idealizador, fundador e presidente do NOVO publicou sua declaração de bens para concorrer à Presidência da República, informando possuir um patrimônio de mais de 420 milhões de reais , dos quais metade está investido no mercado financeiro (segundo jornais, renda fixa). Ele foi banqueiro bem sucedido e jogou muito bem as regras do jogo - que ele não fez, diga-se de passagem. Então, não há razão alguma para o fuzuê criado encima do fato de ele ser um sujeito inteligente, esforçado e ter, por mérito próprio, conquistado uma fortuna enorme segundo padrões de qualquer país do mundo. Mas o surpreendente é um cara assim não dar uma banana pro Brasil, converter sua fortuna em moeda forte e ir viver confortavelmente numa vila no norte da Itália, escolhendo entre praia e esqui o ano inteiro... Esse fato basta para me convencer de que ele é um patriota e deseja realmente, genuinamente, contribuir para a política brasileira. É claro que ele também tem sede de poder, senão não teri...

Caciques social-democratas: meros oligarcas

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Ontem a novela de auto-destruição do PSDB teve mais um capítulo quixotesco. Aécio Neves - o acuado sob graves denúncias que deveriam lhe convidar à profunda e silenciosa reserva - destituiu o atual presidente do PSDB, Tasso Jereissati. É lastimável assistir a essa pantomima grotesca, para aqueles que algum dia - como eu - tiveram alguma simpatia pela agremiação... a quem se interessar por análises a respeito, convido a ler isso  e isso . Esses senhores rastejaram para disputar a sucessão no partido que administra o estado de São Paulo e que ainda mantém alguns centros de poder, mas esquecem-se - como sempre fizeram - do voto popular e da necessidade de existir no país alguma oposição inteligente (em contraponto ao que Bolsonaro ou PT fazem nos dias atuais). O baixo nível da discussão, a ausência de oxigenação das agremiações, a péssima envergadura moral dos que as lideram, tudo isso deixou de causar espanto e ajuda a entender para onde irá o país em 2018. Começo a cons...

J&F, JBS, medo, impunidade e um enorme silêncio

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Dez anos atrás cheguei à conclusão que minha geração não vai fazer o país subir de andar... Na verdade, segundo ouço, vejo e sinto, o país desceu um andar... ou alguns andares nos anos petistas-pemedebistas. Eu não estou perseguindo o Henrique Meirelles. Quero deixar isso bem claro. Sou um zero à esquerda no cenário político brasileiro. Sou atento, mas uma voz independente e isolada que de vez em quando tenta emitir opiniões  para melhorar a reflexão à partir do Canadá e das minhas andanças brasileiras.  Choro pelas mazelas que acometem esse país que acolheu, de braços abertos, meus antepassados imigrantes (como quase todo mundo que lá mora, fora o povo indígena). Mas voltando ao Henrique: acho que ele tem atributos e qualidades incríveis, só que sinto-me obrigado a desconfiar demais. Já escrevi isso com todas as letras nesse post . Por quê não devo confiar nele? Os irmãos donos da JBS estão presos e ameaçando delatar, fazer qualquer coisa prá abraçar de novo seus ...