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Espanha: assistimos ao início do fim do supremacismo esquerdista?

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Hoje é uma data importante aos espanhóis: a farsa esquerdista foi denunciada no Parlamento ao mundo, mas especialmente aos espanhóis, que já não aguentam mais uma agenda sectária, divisiva e corrupta. Socialistas ladrões tomaram o poder há sete anos por meio de estrategemas judiciais e criminosos. Os dias de banditismo governamental parecem contados, a julgar pela repercussão do discurso acima, que apenas ecoa protestos populares por todo o país. Pedro Sánchez é o primeiro-ministro socialista. Uniu-se ao judiciário espanhol e declarou anistia a corruptos para tomar o poder e manter-se nele. O uso de esquemas escusos, associação ao judiciário e lawfare é algo que os brasileiros de bem conhecem profundamente. O receituário tem sido idêntico, só que no Brasil a censura também cavalga rapidamente, com a criação de ministérios da verdade no judiciário e executivo, seguindo à risca o modelo Orwelliano da sociedade totalitária. A Espanha não se recuperou da crise financeira de 2008. Mais ...

2025: o ano da virada?

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Em 1990, o Brasil teve sua primeira eleição geral pós-regime militar, elegendo-se um presidente civil não diretamente vinculado aos militares (já que Sarney era do partido gestado pelos militares), a despeito de Fernando Collor ser filhote da ditadura e da elite atrasada nordestina. O fracasso foi sintoma do despreparo do país: o Impeachment em 2 anos no poder.  Abaixo, resultado das eleições federais de 1990 (TSE): Sob a bandeira do acolhimento de demandas sociais de forma mais ativa, a esquerda iniciou sua jornada de tomada do poder no país e no ano de 2002 o PT foi vencedor nas eleições federais. O pelego-modelo Lula da Silva elegeu-se como presidente, gestando uma coalizão de partidos de esquerda dona absoluta do comando da nação, ligada mais pela corrupção e menos pela ideologia. Aprimoraram-se algumas políticas sociais, o marketing foi bem feito dentro e fora do país, enquanto avolumaram-se escândalos de corrupção sempre beneficiando a coalizão que garantia ao lulismo o tão-...

Europa: o pouco, o muito e o excessivo.

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Apesar de estar sobrevivendo às duras penas na União Européia, a Grécia tem sido parasitada pelos europeus há vários anos, a um custo social imenso. Os bancos alemães e franceses detêm grande parte da dívida daquele país, denominada em Euro, criando-lhe uma armadilha comparável à crise da dívida latino-americana dos anos 1980. A diferença é que, por estar inserida no projeto federalista europeu, a saída da Grécia é retardada pelo empréstimo contínuo e ajustes de "fora para dentro" que reprimem qualquer movimento real de independência. À Grécia é proibida a moratória, diferentemente do caso brasileiro, já que esta precipitou nosso ajuste e a retomada econômica por meio de reformas na década de 1990. A desintegração política grega é comprovada. Pesquisas de opinião explicam a razão do marasmo democrático: pouquíssimos acreditam que votando conseguiriam implantar um governo independente dos falcões europeus e, portanto, priorizar as necessidades do país, em contraponto ao inte...