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Mostrando postagens de 2020

Tempos estranhos de destruição ocidental

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Foi horrível a forma como o negro americano George Floyd foi morto por um policial em ação para mobilizá-lo, em Minneapolis. O excesso no uso da força foi claro. O policial talvez não tenha tido intenção de matar, mas certamente assumiu esse risco ao não tomar cuidado e sufocar um pobre-coitado. Floyd tinha que ter sido julgado e encarcerado por seus crimes, como aconteceu nos últimos 30 anos de sua infeliz existência (roubo a mão armada, tráfico de drogas, falsificação, violência doméstica, etc.). Ele viveu como delinquente e morreu como um delinquente, como um problema social, desumanizado. Morreu como alguém que não tinha direitos reconhecidos. Não poderia ter sido tratado indignamente, por um agente de uma sociedade que se deseja digna e protetora. Demorei um tempo para digerir o que estava acontecendo. Não quis seguir a boiada. Não me precipitei. J.K. Rowling (a autora escocesa que inventou o Harry Potter) recentemente escreveu que não se deve esperar moderação das redes socia...

Inserção Brasil-Mundo. Uma análise feita por especialistas.

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Confira no vídeo abaixo minha opinião e do Dr. Jorge Mascarenhas Lasmar sobre fatos em relações internacionais em decorrência do COVID19. E entenda por quê o problema não pode ser imputado à China, e sim aos empresários e governantes brasileiros, que continuam perdendo o bonde da história, exportando bens de baixo valor agregado e importando de alto valor agregado, lendo essa reportagem ainda de 2016.

Cavalos de Tróia e a fragilidade democrática

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Milhões de negócios passaram a funcionar à distância nas últimas 3 semanas, em todo o mundo. Tanto colaboradores quando os próprios empresários não estavam preparados para isso, em sua maioria esmagadora. Há empresas que compreendem que tanto hardware, quanto software, trabalhando em um ambiente protegido, são fundamentais para impedir a perda ou furto de dados. Para tais empresas, o investimento para fazer-se trabalho remoto significa ter equipamentos próprios que serão os únicos permitidos aos colaboradores. Trabalhei em um escritório de advogados globalizado e mesmo o meu telefone exigia protocolos estritos para conseguir receber e enviar emails, evitando qualquer possibilidade de hackeamento. Não conseguia abrir arquivos em meu próprio computador, por exemplo. Era necessário estar com o notebook da empresa. Como segurança custa muito caro, acaba por tornar-se uma exceção no mundo real. Mentes maliciosas certamente estão, nesse exato momento, furtando uma multitude de dados ...