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Da Justiça Social à Justiça Carimbadora: tudo menos justiça.

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Ontem foi publicada uma decisão do Min. Alexandre de Moraes, do STF (também chamado de Supremo Tribunal do Moraes , conforme mídias da Casa Branca, que denuncia seus atos como ditatoriais) sobre o Imposto sobre Operações Financeiras - IOF. O Poder Executivo brasileiro tem poder para alterar alíquotas do IOF, para fins reguladores conforme legislação e jurisprudência (exame de casos pelos tribunais) em torno desse tributo. O tributo foi criado pelo Congresso Nacional, já que no Brasil teoricamente o Poder Executivo não poderia criar um imposto novo, autoritariamente. Por muito menos reis foram decapitados ou enforcados, tendo surgido a Magna Carta na Inglaterra séculos atrás, exatamente para retirar do soberano (atual executivo) o poder de tributar sem o povo ser ouvido... seria o famoso: "não há imposto sem representação". Diante do fracasso gerencial do atual governo brasileiro - que mergulha em escândalos de corrupção como o rombo de bilhões no INSS, desvios de milhões para...

2025: o ano da virada?

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Em 1990, o Brasil teve sua primeira eleição geral pós-regime militar, elegendo-se um presidente civil não diretamente vinculado aos militares (já que Sarney era do partido gestado pelos militares), a despeito de Fernando Collor ser filhote da ditadura e da elite atrasada nordestina. O fracasso foi sintoma do despreparo do país: o Impeachment em 2 anos no poder.  Abaixo, resultado das eleições federais de 1990 (TSE): Sob a bandeira do acolhimento de demandas sociais de forma mais ativa, a esquerda iniciou sua jornada de tomada do poder no país e no ano de 2002 o PT foi vencedor nas eleições federais. O pelego-modelo Lula da Silva elegeu-se como presidente, gestando uma coalizão de partidos de esquerda dona absoluta do comando da nação, ligada mais pela corrupção e menos pela ideologia. Aprimoraram-se algumas políticas sociais, o marketing foi bem feito dentro e fora do país, enquanto avolumaram-se escândalos de corrupção sempre beneficiando a coalizão que garantia ao lulismo o tão-...

Genocidas: dados históricos

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Um esclarecimento para os desinformados ou mal-informados, especialmente aos Antissemitas (sejam intencionais ou úteis-idiotas) que falam irresponsavelmente em "Genocídio" que desejam falsamente atribuir a Israel após o país ter sido invadido pelo braço armado palestino em 7 de outubro de 2023. Abaixo, listo alguns ditadores mais notórios da história recente, que se destacam pela brutalidade e pelo rastro de sangue que deixaram (e continuam a deixar) por onde estiveram ou ainda andam.  Sim, muitos ainda têm apoiadores, não apenas nos seus calabouços, mas também no Ocidente: 1. Mao Tsé-Tung (China)    - Período no Poder: 1949-1976    - Estimativa de Mortes: 45-70 milhões de pessoas    - Métodos: Coletivização forçada, fome (Grande Salto Adiante), expurgos políticos (Revolução Cultural)    - Vítimas: Cidadãos chineses, especialmente camponeses, intelectuais e opositores políticos    - Impacto: As políticas de Mao, especialmente o Gra...

A nova esquerda: nova?

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Integrante de uma geração de brasileiros que cantou a liberdade em verso e prosa contra o regime militar que comandou o Brasil de 1964 a 1985, egresso da Casa de Afonso Penna , também conhecida como Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais , onde tive mestres consistentes e engajados com o ideal da liberdade e da diversidade de opiniões, não me surpreendo com a atual esquerda política. Ela usa métodos e linguagens parecidos em qualquer lugar do mundo. Ela é (essencialmente) totalitária e censura opiniões contrárias, pois não prospera na diversidade, nem em um ambiente bem informado, ainda que se aproprie, como em qualquer doutrina totalitária e dogmática, da narrativa da inclusão. Assim como o nazismo, fascismo, maoísmo, stalinismo, castrismo e tantos outros lixos doutrinários totalitários, calar opositores, destruí-los ou cancelá-los torna-se a única metodologia dessa esquerda política organizada, simpaticamente auto-denominada de progressista , que usa de todos ...

Ditadores são bem-vindos

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Apenas uma nota para iniciar mais uma semana em que o Brasil torna-se uma cor pastel na paleta mundial. O ditador Maduro está no Brasil desde ontem.  É responsável (assim como Mao, Putin, Pol-Pot e tantos outros fascínoras) pelo genocídio do próprio povo. A emigração forçada de venezuelanos para o resto do mundo é um fato desde o antecessor-ditador Chavez. O Brasil é um destino importante, como reportagem abaixo informa, mas como o ditador é mais um dos amigos ideológicos do ladrão atualmente no poder, idiotas-úteis apóiam a visita em terras tupiniquins e no além-mar...  O anão-diplomático que é o Brasil também confirma sua vocação para anão-moral de seus líderes, mas sobretudo de sua elite governante, acadêmica e econômica, que não se insurge contra tais absurdos. Lembrete: o governo norte-americano parece que possui um mandado de prisão do ditador bolivariano : 

Golpe no Brasil: outro lado da mesma moeda

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Hoje quem manda politicamente no Brasil teve a personalidade forjada em um período de exceção. E não consegue pensar outro país fora do recalque ao qual se prende. CULTURA As atuais (reais) lideranças políticas (e judiciárias) no topo da cadeia alimentar nacional querem fazer crer a alguns incautos que, certo dia, sonharam com um  regime político, econômico e social harmônico se estendendo por todo o hemisfério.  Haveria, reza tal lenda mediatizada, uma ilha de liberdades e inclusão alardeada como possível por utopistas que certamente abraçaram várias idéias de Karl Marx, enquanto negando aceitar o que essas confabulações viriam a significar aos países (e seus povos subjugados por líderes corruptos) que resolveram as colocar em prática. A experiência vivida cria hábitos. Não apenas nossos simpáticos pets, mas também nós, somos seres imitadores . Nosso instinto animal é de sobrevivência , mas nossa prática social é de mera repetição de ações e reações que passamos a entender c...

Novas dimensões internacionais

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Definitivamente, o mundo atual é bilateral. O multilateralismo representado pelas instituições originadas em Bretton Woods e a ONU estão em franca decadência aos olhos dos países mais influentes do mundo. Aí se inclui a tardia OMC, que desde 2001 patina em busca de prestígio e exclusividade para questões ligadas à governança comercial global. O mundo em desenvolvimento pugna pelo multilateralismo. O problema é que, ao terem obtido voz e dominarem razoavelmente os métodos de diálogo, seu peso majoritário nas instituições multilaterais tem servido não apenas ao benéfico movimento de nações pobres ou em desenvolvimento se fazerem ouvidas. Elas tem adotado políticas ideológicas e, como seria natural, trazem consigo, ao assumirem maior responsabilidade na cena internacional, sua própria cultura que é marcada pelo autoritarismo, descuido com o interesse coletivo e insensibilidade para questões diplomáticas. O leitor está bastante familiarizado com Trump, que mais parece um elefante na ...