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Brasil: Narco-Governo ou Narco-Estado?

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 O Brasil teve um processo eleitoral em 2022 absolutamente falseado por estratagemas que se iniciaram em 2018. Isso todo mundo já sabe. Se as urnas das eleições foram fraudadas ou não, não há como saber. Qualquer tentativa de apuração por especialistas ou órgãos independentes foi massacrada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Então não há como afirmar nada categoricamente. O ponto de interrogação, ainda que desagrade a algumas pessoas, continua persistindo pois questionadores foram silenciados, ao invés de terem suas perguntas respondidas, como se esperaria em um estado de direito. Aliás, como se esperaria dos guardiões do princípio basilar do devido processo legal: ampla defesa e contraditório, inclusive para produzir provas. A questão nem é mais a eleição, assunto ultrapassado, mas entalado na garganta certamente de mais de 50 milhões de eleitores brasileiros.  Os mais novos que lêem esse espaço certamente não estudaram um fenômeno que ocorreu no Brasil entre fins d...

Felipe Moura Brasil - transcrição de artigo publicado n'O Antagonista

  Os “amigos terroristas” da ONU e os "professores do ódio" em Gaza O massacre de 7 de outubro reacendeu as antigas críticas judaicas à complacência da UNRWA com o Hamas Israel  ironizou na rede social X , antigo Twitter, a Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês), após a exclusão da  notícia  de que o Hamas roubou combustível e equipamentos médicos de suas instalações na Cidade de Gaza: “Espere, UNRWA:  o Hamas também invadiu sua conta no Twitter? Ou você está apenas com medo de decepcionar seus amigos terroristas?” As Forças de Defesa de Israel também  publicaram  o  print  original da notícia apagada pela agência e acrescentaram que “a  quantidade de combustível roubado é suficiente para abastecer as instalações de dessalinização de água de Gaza durante seis dias”. “ O Hamas não se preocupa com o povo de Gaza. Isto permanece verdade mesmo que a UNRWA apague os seus tweets” , completaram as FDI. Em 2009, co...

Odiar para pertencer?

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O dia 7 de outubro de 2023 entrou para o livro das infâmias produzidas pela humanidade. Terroristas palestinos, covardes por natureza (o terrorismo é um ato de covardia , apesar de jovens idiotas serem manipulados habilmente por líderes fundamentalistas que desejam ligar terrorismo a ato de bravura ), assassinaram calculada e friamente mais de  1.390 pessoas em Israel (a grande maioria, cidadãos israelenses), deixaram mais de 3000 feridos (vários graves, que vão sucumbindo) e sequestraram mais de 190 pessoas, sobretudo mulheres e crianças . O dia  7 de outubro  trouxe ao século 21, 81 anos depois, o pior ano para o povo judeu, quando em 1942 Adolph Hitler e seus simpatizantes em vários países (não só na Alemanha) iniciaram o genocídio judaico industrializado nos Campos de Concentração: o  Holocausto .  Desde então não tinha havido um dia com tanta matança de judeus, alvo unicamente por quererem viver e prosperar na terra de seus antepassados, como descr...

Mau uso de vocábulos

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 É lastimável ver como tem gente que ganha projeção usando e abusando de certos vocábulos. Ataques a prédios públicos ou privados sempre devem ser condenados, obviamente que menos do que a pessoas, já que vidas valem muito mais do que objetos. O que ocorreu há poucos dias em Brasília foi programado e visou beneficiar politicamente todos os campos, sobretudo os radicais, em um país profundamente dividido e insatisfeito com os rumos da política. Ocorre que há dois vocábulos que foram violentados por gente importante demais para eu apenas assistir passivamente. O primeiro vocábulo é " terrorismo " ou " terrorista ".  Até o episódio, quem destruía bens era vândalo. E quem os furtava, ou mesmo roubava (furto com emprego da força), era chamado de assaltante ou ladrão. Vários manifestantes do 8 de janeiro de 2023, em Brasília, adentraram instalações e prédios públicos para manifestar e dentre tantos vandalizaram e furtaram bens alheios. Ao que me consta, terrorista é aquel...

Esses palestinos...

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" Podemos perdoá-los por matarem nossas crianças, mas é impossível perdoá-los por nos forçar a matar as suas. "                                     Golda Meir, ex-primeira-ministra israelense (1969-1974) O palco vem sendo preparado há meses pelas lideranças palestinas. A idéia era azedar as comemorações dos 70 anos da criação do estado de Israel, às quais se acrescenta a instalação da embaixada da maior potência bélica do planeta em Jerusalém, a dos EUA. Os líderes palestinos - e em especial aqueles do grupo que o mundo classifica como terroristas há muitos anos, o Hamas - mandam sua população (inclusive e especialmente crianças) para o confronto e a morte com a naturalidade com que se atrai uma mosca para a lâmpada feita para cremá-la. Bem estruturados em seu instrumento de incitação ao ódio e terror, os palestinos de Gaza são obrigados a aderir às demonstrações visando invadir o territ...