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Aparelhamento da ditadura travestida

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  Não bastassem os escândalos da libertação de Lula, por seus ex-advogados e aliados políticos na suprema corte, para que concorresse à presidência, o furto do INSS, o do Banco Master, além dos conhecidos Mensalão e Petrolão, o aparelhamento da justiça não conhece fim. Em breve, um tal  Bessias , assim chamado o menino-de-recado da ex-presidente Dilma, por meio de manobras como aquela que enterrou o relatório da  CPI do Crime Organizado  (em que o presidente do Senado, em colusão com o chefe do Executivo, alterou de última hora os membros mediante canetada garantindo que nada fosse investigado ou ministros do STF indiciados por seus aparentes crimes) será entronado no tribunal mais importante do país. Sua fidelidade canina ao projeto de poder - e de assalto ao país - das oligarquias políticas que hoje lhe dominam é mais do que suficiente para garantir que passe pela pantomima em que se tornou a outrora “sabatina” do Senado. Instituições vão por água abaixo, quando sã...

Demência ou mau-caratismo?

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Três gerações atrás, alguns maridos inescrupulosos - diante da ausência da lei do divórcio no Brasil e para evitarem a dilapidação do patrimônio por meio de uma separação matrimonial - conseguiam criminosamente laudos psiquiátricos alegando insanidade da própria esposa, internando-a em instituição mental. Esse absurdo bem documentado na literatura médica e social brasileira comprovou abusos. Certamente não era a regra, mas em virtude da injustiça amplificada por meios de comunicação, um movimento político (incentivado por boa parcela da classe dos psicólogos e radicais dos partidos de esquerda) acabou por culminar  na Lei nº 10.216/2001 (Lei Paulo Delgado), priorizando o cuidado de doentes mentais em liberdade, via Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Daí para declarar bandidos como doentes mentais foi um salto fácil, permitindo o esvaziamento de cadeias e a amálgama entre criminosos e doentes mentais, como se fossem a mesma coisa e merecessem atenção e cuidado iguais, ao invés de ...

Esquizofrenia, banditismo e Magnitsky

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Retornei de uma estadia de três semanas no Brasil. Aquilo mais parece um manicômio, onde os loucos e ladrões estão soltos. Os seres normais e honestos estão trancados, amedrontados pela bandalha que detém a caneta, o poder, salvo raríssimas exceções, como em Minas Gerais em que o governo tenta, mas é sabotado diuturnamente pela esquerda local e o governo federal. É realmente um país esquizofrênico. Não tenho outra definição. O juizeco Moraes, que se assumiu ditador acima de tudo e de todos bota banca e ninguém o enfrenta.  Eis mais uma das suas, ajudando a isolar o país já que ele sonha com seu reinado venezuelano, liderando nas ruínas: O banditismo aboletado na suprema corte brasileira, que livra narcotraficantes de penas a um ritmo invejável a Pablo Escobar, que torna 200 milhões de brasileiros em seus reféns, que usurpa tributos e poderes para guardar uma quadrilha no poder, mantendo pobres-coitados presos por pixarem uma estátua com batom, confirma o que a outrora vigorosa...

Fake News

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 A venda da verdade absoluta, anunciar o poder da revelação, de enxergar o que os outros não enxergam e assim tornarem-se relevantes sempre foi uma tentação aos oportunistas e desonestos, bem como aos parasitas de regimes políticos ilegítimos. Ouvi falar em Fake News , pela primeira vez, durante a campanha de Donald J. Trump à Casa Branca em 2016.  Eu já nutria desconfiança em relação às notícias publicadas em jornais, sobretudo porque tive uma passagem de vida perto dos holofotes e de personalidades públicas em minha infância e adolescência. Na minha Belo Horizonte natal, eu sabia que, por detrás das fotos e notícias de jornal, havia realidades muito diferentes, muitas tragédias escondidas sob sorrisos e anúncios falsos. Isso foi transposto à mídia social e o fake , o mentiroso, ainda persiste, projetando miragens distanciadas da realidade, mentiras criadas especialmente para destruírem reputações, prejudicar pessoas, falsear eleições, limitar idéias e, sobretudo, parasitar o...