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Esperança, de olhos bem abertos

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 Esse post finaliza o ano de 2022. Portas se fecham para que outras sejam abertas , reza o sábio dito popular. A pandemia vai sendo deixada para trás, com autoridades de certos países equiparando o virus de Yuan a outras moléstias comuns, como fez a Dinamarca. O medo, a desconfiança ao próximo, o fechamento de fronteiras e restrições ao turismo vão se reduzindo a livros de história. A humanidade agora convive com os traumas que políticas restritivas causaram, substituídos pelo enorme desafio econômico causado em grande parte pela brutal invasão russa na Ucrânia e a cautela ocidental em evitar um confronto nuclear global. Na política brasileira, o terremoto institucional se reinicia, com cancelamento progressivo do corrupto Congresso Nacional pelos dois outros poderes. O STF assumiu as rédeas políticas e orçamentárias do país, acarpetando o que será uma relação incestuosa com o poder executivo, de 2023 em diante.  Lula será o parceiro ideal dos magistrados que ele mesmo emposso...

Resolvedores ou problematizadores

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Chacrinha, um antigo comediante da televisão, que minha geração assistiu na infância, disse algo que ficou famoso: EU NÃO VIM PARA EXPLICAR. EU VIM PARA CONFUNDIR. Ele era um excelente comediante e comunicador das massas, que visava estimular seu público. Conseguia isso com maestria. E um governo? Ora, governos existem para organizar, para explicar. Jamais para confundir. Posso citar diversos cientistas políticos e filósofos que embasarão seus ditos e escritos em documentos antigos, pesquisas de campo, etc. mas algo é óbvio até para o sujeito mais ignorante da terra: se há Estado, há menor liberdade individual, mas isso se justifica porque tudo fica melhor organizado. A coletividade organizada é melhor que qualquer bagunça, pois ninguém honesto dorme, come, vive, estuda, prospera no caos, na anarquia. Uso essa analogia cômica apenas para nos trazer à reflexão. À razão. Anda-se confundindo muito ESTADO com GOVERNO. E todo populista gosta de fazer isso. Quem não se l...