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Mostrando postagens com o rótulo Genocídio

Mercenários: nada a perder, tudo a ganhar e a pilhar

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Desde muito jovem, fui sensibilizado e sensibilizo-me pelo que há de errado no mundo, inclusive a desonestidade . Cada um usa seu percurso pessoal, sua vivência, para buscar entender e inserir-se no mundo. Esse post visa entender dilemas no Brasil de hoje a partir de minha visão (você certamente terá sua própria). Tenho plena consciência de minha sorte em ter nascido e sido criado em um ambiente onde o senso de realidade era presente, em que a alegria e o sofrimento eram sabidos como condição humana. O conforto material e a comida sobre a mesa sempre foram um privilégio reconhecido, valorizado e agradecido. Jovem ciente de que o mundo precisava ser melhorado, interessei-me por idéias revolucionárias, próprias ao espectro da esquerda política . Valorizar o ser humano " contra o jugo dos poderosos de toda sorte " (políticos, econômicos, influentes, etc.) sempre me pareceu justificado. Posteriormente, tomei consciência de como muita gente manipula o ideal da Justiça , sobretudo...

Europa na encruzilhada ética e econômica

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 O projeto institucional europeu surgiu da necessidade de países do continente criarem interdependência visando o diálogo constante e a paz. A Europa de 2022 está sendo confrontada com dilemas éticos e econômicos. O dilema ético advém da crise energética e da invasão bárbara russa sobre a Ucrânia.  Tendo desligado muitas de suas centrais nucleares e outras fontes ditas poluidoras, países (sobretudo Alemanha) cederam decisões estratégicas a partidos políticos e a grupos ambientais extremistas (além de profunda corrupção, como provado pela ligação de ex-chanceler alemão ao genocida russo ). Ao não planejarem responsavelmente a transição energética local e sustentável, a Europa vê-se refém da Rússia, esse país conduzido por um genocida como Putin e sua oligarquia criminosa. Os europeus sabem distinguir entre certo e errado, mas não poderão fazer a coisa certa, nesse caso. É absoluta sua dependência da fonte de energia russa. Não há alternativas viáveis e suficientes . Já se fala...