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Mostrando postagens com o rótulo Javier Milei

Falta de coerência, padrões duplos: desonestidade

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O drama venezuelano é um sintoma , não a causa de um drama maior que engolfa o ocidente. E assim, concordo com o Primeiro-Ministro de Israel Benjamin Netanyahu  que, em recente sessão conjunta do Congresso Americano foi ovacionado quando negou as palavras de Samuel Huntington ao explicar que, pelo que foi visto, televisado em real-time, pelos genocidas palestinos em 7 de outubro de 2023  não se trata de um choque de civilizações, mas do confronto entre a civilização e a barbárie.  Ele falava, em seu caso específico, da barbárie promovida pelo regime dos aiatolás do Irã, que age diretamente e através dos grupos terroristas Hexbolá e Hxmas (além de várias outras subdivisões com nomes inspirados em covardes assassinos e mandamentos religiosos destrutivos), mas podemos aplicar o conceito a várias outras situações em que as regras civilizadas não se aplicam a certos grupos. A barbárie não será vitoriosa, sabemos se olharmos para a história, apesar de sanguinária, covarde ...

O fim do jornalismo

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Contexto Confesso que não havia ouvido, antes do surgimento de Donald Trump , a expressão Fake News . O fenômeno é abordado de forma interessante nesse artigo  (clique sobre a palavra para abrir nova tela). O despreparo da imprensa em lidar com a ética é revelado no excelente livro Chatô: o Rei do Brasil , de Fernando Morais. Ali, descortinam-se estratégias e artimanhas dos editores, donos dos jornais e jornalistas para achacarem empresários e políticos. Vendem manipulação dos leitores, inventando notícias, para ganho próprio ou de uma agenda à qual se identificam, majoritariamente desconectada do interesse público difuso. Jornais passaram a ser destinatários de fortunas de dinheiro público, por meio do anúncio de campanhas públicas e das empresas estatais.  Um troca-troca promíscuo entre quem deveria informar e quem deseja manipular, tendo a chave do cofre, gera a receita do desastre no que diz respeito ao quesito credibilidade. Com o advento das mídias sociais, meios de impr...

Swing político: o tango libertário

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Hoje é o dia seguinte à vitória de Javier Milei nas urnas da Argentina. O enorme significado disso não pode ser menosprezado, pois reinaugura um capítulo na América Latina, iniciado com a inesperada eleição de Jair Bolsonaro no Brasil, em 2018. Denominações Como o extremismo dos criadores de narrativas da imprensa e da academia continua sendo martelado na cabeça das populações, consegui recensear as seguintes expressões dos auto-denominados sinalizadores de virtude descrevendo o eleito argentino: ultraliberal, ultra-libertário, extrema-direita, ultra-direita , etc.  É triste ver como faltam cérebros e censo de auto-crítica à imprensa que se afunda cada dia mais em suas próprias criações mentirosas, ainda que certos governos, como o atual canadense, passem leis para criar privilégios aos que ainda parasitam a população achando estarem exercendo algo próximo do que seria o jornalismo. Economia O Wall Street Journal de hoje traz gráficos chocantes sobre a economia argentina, destruí...