Fake News 2.0 - eles não aprenderam nada, ainda

 Há menos de dois meses escrevi esse post sobre as notícias falsas plantadas por parcela comprometida da imprensa, aquela desonesta e dependente de mentiras para manter-se na superfície e relevante, utilizando-se dos piores estratagemas para desvirtuar a democracia e destruir reputações.


A imprensa, como regra geral, tornou-se crime organizado, especializada em extorquir favores.

Várias denunciaram o fato como as ex-jornalistas Melanie Philips (ex-The Guardian), Bari Weiss (ex-New York Times), Sharyl Attkisson (ex-CBS), Liz Wahl (ex-RT America), Paula Schmitt e tantos outros de envergadura, excelentes profissionais que resolveram livrar-se da toxicidade das editorias tomadas por agentes políticos e extremistas. Teve também casos de assédio sexual, como com Megyn Kelly, bem retratado no ótimo filme Bombshell.

Na América

Donald Trump ganhou triunfalmente as eleições norte-americanas, tendo sido esmagadoramente vitorioso não apenas no colégio eleitoral, mas também no número absoluto de votos. Toda a propaganda falsa da imprensa a favor de Biden, o esclerosado, e de Kamala, a despreparada, além do mais de 1 bilhão de dólares levantado pelo partido democrata não foi suficiente para dar impulso à campanha incessante de destruição de Trump pela imprensa, políticos extremistas e parte da academia. 

Os americanos estão nauseados dos mais de 8 anos (antes de eleito, durante seu mandato e o de Biden) que a impresa desperdiçou para disseminar as piores coisas sobre o eleito 47. Presidente dos EUA. 

Essa imprensa não aprendeu nada: bastou iniciar o anúncio de nomes da nova administração norte-americana - que assumirá no dia 20 de janeiro de 2025 - para pseudo-jornalistas americanos e mundo afora reforçarem a prática da mentira, das Fake News e da destruição de reputações. O mundo não mais os ouve, felizmente.

Eles estão concentrando esforços para descreditarem a pujante democracia norte-americana (que deu sinais de vida após o desatino de eleger Obama, e depois Biden), inclusive promovendo iniciativas contra as mídias sociais e alternativas, como X, que se tornaram bem maiores e mais relevantes que a mídia tradicional.

Vejamos alguns exemplos típicos, retirados de publicações que já gozaram de alguma credibilidade, mas que hoje servem apenas para enrolarem peixe na feira:

Bobby Jr. na saúde


Também conhecido como Bobby Jr., filho do irmão de JFK que, como ele, foi assassinado em atentado político na década de 1960, esse é o novo chefe da saúde norte americana anunciado por Trump. 

Membros raiz do partido democrata não perdoam a esse tradicional filho do partido e querem destruí-lo com o mesmo empenho com que tentam contra Trump, que ousou e ousa expor o sistema, o mecanismo.

Bobby Jr. passou a denunciar a corrupção do partido integrado por seu pai e tio, especialmente a interferência criminosa das grandes empresas farmacêuticas e de alimentos processados na definição dos parâmetros de consumo de alimentos e remédios nos EUA. O seu país é campeão em obesidade, em diabetes, em doenças cárdio-vasculares, em consumo de drogas e antidepressivos, além de vários tipos de cânceres, o que fez BobbyJr tornar-se viciado em exercícios e vitaminas.

Por dizer a verdade, inclusive denunciando o caráter experimental da vacina mRNA para COVID e riscos associados, a despeito de em centenas de entrevistas ter afirmado a importância das vacinas tradicionais (as quais sempre tomou e toma), o outrora credível Financial Times transformou-se em centro de ódio à verdade, disseminando que BobbyJr é um inimigo da saúde coletiva.

Quem deseja beber água na fonte e obter do próprio Bobby Jr. sua visão das vacinas experimentais pode ler isso.

Segurança e Justiça


O Washington Post sempre foi a caixa de ressonância do partido democrata, antro de ativistas travestidos de jornalistas. 

A escolha de Tulsi Gabbard para chefiar a segurança nacional feriu de morte os ativistas da imprensa. Como Bobby Jr., Tulsi é ex-democrata (concorreu nas primárias para ser candidata presidencial) que caiu em desgraça ao denunciar os malfeitos do partido. Tanto que o aparelhamento promovido pela Casa Branca a colocou na lista de pessoas perigosas, impedindo-a de ser liberada em controles aeroportuários, um erro fundamental dos ativistas democratas que agora experimentarão do mesmo remédio quando ela assumirá o serviço de segurança do país.

A crítica à sua escolha torna-se ainda mais hilária se comparada aos escolhidos pela administração Biden-Harris, aqueles em que critérios DEI foram privilegiados sobre o mérito.

O cargo de procurador-geral vai a Matt Gaetz, um fervoroso republicano que foi muito combativo em sessões do congresso denunciando a lawfare, ou o aparelhamento da administração da justiça para perseguirem-se inimigos políticos, notadamente Donald Trump, no melhor estilo stalinista.

Fala-se de um escândalo sexual de Gaetz, mas jamais, como acontece nesses casos, é dado o benefício da dúvida ao indicado, sobretudo quando tal apontamento vem de Trump, um empresário tornado político que jamais fez segredo do que já fizeram 20% dos homens norte-americanos: contratar prostitutas. Consta que ele sempre pagou por elas, ao invés de utilizar-se de subterfúgios como Clinton, Príncipe Andrew e outros famosos, amigos e clientes do pedófilo Epstein.

O completo estudo de 2000, Prostitution and the sex discrepancy in reported number of sexual partners demonstra que Trump segue um padrão comum - ainda que não geralmente aceito - em seu país. 

O interessante é o enorme número de políticos do partido democrata que cometeram crimes sexuais gravíssimos que vão muito além de contratar uma famosa prostituta. Presidentes Biden e Clinton cometeram atos horríveis abafados desesperadamente pela imprensa democrata. Clinton abusou da estagiária Monica Lewinsky no Escritório Oval da Casa Branca, símbolo da liturgia solene do cargo de presidente. Condenado por perjúrio (mentir em juízo) e obstrução da justiça, Clinton safou-se do Impeachment comprando votos no congresso, tendo inúmeras passagens pela ilha de Epstein, o cafetão dos políticos, cuja lista de clientes Biden mandou trancar por 99 anos (mas que Trump prometeu irá divulgar).

Ou seja, os meninos-de-recado dos democratas travestidos de jornalistas só olham os crimes dos outros, sendo incapazes de nivelar políticos, pois continuam acometidos pela doença que toca a maioria esmagadora dos simpatizantes do partido democrata: a síndrome perturbadaTrump (TDS - Trump Deranged Syndrome). 

A irracionalidade das críticas daqueles com TDS, bem como a mania de exagerar algumas de suas características negativas (que entretanto o fizeram resistir firmemente ao maior ataque midiático já feito sobre um empresário e político na história dos EUA) transformaram Trump no Super-Herói norte-americano, aquele que resiste a tudo e a todos com suas firmes convicções e propósitos nada oportunistas, mas puramente nacionalistas.



No Brasil

O pobre-coitado morto diante do STF brasileiro, dias atrás, deitando a cabeça sobre um rojão que explodiu aparenta ser caso típico de suicídio (como já divulgado em vídeo detalhado e grotesco circulando nas mídias sociais).

Só que não: está sendo considerado como ato terrorista pela mais notória ditadura judiciária do mundo.

Claramente cometido por um perturbado mentalmente, o ato desesperado desse brasileiro que talvez não soube manter-se distante da pocilga representada por Brasília, começou a ser utilizado imediatamente pelos apoiadores da ditadura.

Não tenho idéia se foi ato terrorista ou não, mas a imprudência (para não dizer intento criminoso) dos luminares da república, atualmente aboletados no poder, em transformar o pobre-coitado suicidado em algoz da democracia é tão ofensivo à inteligência de seres comuns quanto dizer que as pessoas presas e condenadas a mais de 17 anos de cadeia cometeram "atentado contra a democracia".

A manipulação de mentes e corações vigora a todo vapor, sobretudo num país dominado pela narrativa torpe, desonesta de um corrupto realçado à presidência.

As Fake News brasileiras omitem tudo o que realmente importa:

- inflação descontrolada

- gastos públicos descontrolados, com ativistas preocupados em roubar e apropriar poder, ao invés de gestores públicos focados no benefício coletivo

- incêndios florestais gigantescos, criminosos e descontrolados sobretudo no Pantanal e na Amazônia

- ditadura sanguinolenta na Venezuela, Haiti e Nicarágua

- corrupção em níveis novamente olímpicos em nível federal e das estatais

- obstrução à justiça

- libertação sistemática de corruptos sobretudo com anulação da Lava-Jato

- interferência no Congresso por meio de chantagens e corrupção

- crime organizado ocupando cada vez mais territórios e poderes constituídos

- consumo de ansiolíticos, antidepressivos e outros medicamentos em nível epidêmico

- manipulação de números para calcular índices nacionais por aparelhamento de institutos de pesquisa

- promoção do antisemitismo sistematicamente, em todos os níveis de governo

- maior spread bancário do mundo (afinal, Lula é o Rei dos Banqueiros)

- entrega das riquezas do Brasil a nações hostis à paz

- alinhamento com o Eixo-do-Mal, sobretudo regimes do Irã e Síria

Eu poderia continuar a lista, mas acho que meu leitor é bastante bem informado e capaz de angariar informações não-manipuladas pelas gigantes da mídia ou mecanismos de pesquisa capturados pela doença progressista.

Tudo para concluir que a luta pela liberdade, pela verdade, por uma vida real, continua e é incessante.



Não existe paraíso: esse é o recado do Gênesis.

O paraíso é o que construímos para nós e as seleções e escolhas que fazemos todos os dias.

Podemos escolher apoiar o falso, o mal, o desonesto, ou enxergamos os fatos, a história, entendendo o que realmente importa e quem se importa com coisas relevantes para harmonia e paz.

Sinalizadores de virtude falam algo, mas executam absolutamente outra coisa. Basta querer enxergar.


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