Exímios manipuladores do medo e das massas

É muito interessante ver como massas são manobradas por gente muito inteligente. Gente inescrupulosa, mas bastante inteligente na arte de conquistar o poder (e lá se manter).

A maioria dos seres humanos não lê, e quando lê não entende nada além do que seu braço consegue alcançar, raramente suplantando os poucos metros que seus olhos míopes conseguem enxergar.

Você, estando aqui nessa página, sabe ser a exceção à regra, à mediocridade da ignorância voluntária.

Pesquisas recentes indicam que a maioria se informa pelas mídias televisivas, super-filtradas, ainda que via smartphone utilizem mídias sociais para tentarem se informar, mas sucumbem à incapacidade de filtragem e crítica...

Pouca gente realmente viaja. Vê outros horizontes.

A maioria é um gado limitado ao seu próprio curral (ou quintal, para uma florzinha). 

Essa maioria segue o rebanho, sendo absolutamente fácil em manipular sobretudo quando muito jovens, pelo desejo de pertencerem a algum grupo, serem aceitos... inclusive com pactos de sangue ou de violência, ainda que verbal, como se assiste em universidades nos últimos anos.

Eu achava apenas que massas analfabetas eram facilmente manobráveis, manipuláveis, mas enganei-me.

Esse post busca ajudar a entender meu erro.

Eu achava que dos 8 bilhões que se diz viverem no planeta terra, talvez 5% pensasse individualmente para fazer a diferença, mas entendo que superestimo - e muito - a capacidade do indivíduo em viver como um indivíduo...

Vivo há quase dezessete anos no Canadá, um país riquíssimo que tinha, quando cheguei, uma pequena população, de 33 milhões, para seus mais de dez milhões de km quadrados.

Eu achei que, por ter uma classe média imensa (a maioria da população) - minha motivação primordial para sair do Brasil (onde 90% da população é paupérrima e pouquíssimo instruída) - a população seria menos manipulável, seria muito autêntica, sobretudo por 1/3 ser descendente primária de quem para cá havia emigrado, não com o objetivo de parasitar o sistema, mas para prosperar e aproveitar oportunidades de prosperidade (algo que mudou nos últimos 10 anos de imigração exagerada e descontrolada do governo liberal)...

Eu achei que a manipulação seria bem mais fácil na África subsaariana, no Laos, no sertão nordestino, na favela carioca, do que no Canadá.

Observo também o que se passa tanto na Europa, quanto nos Estados Unidos... em matéria de manipulação das massas.

Elas são manipuladas por gente muito hábil, total e absolutamente desonesta, voltada sempre para a acusação de grupos a outros, sectária, promovendo desagregação, desarmonia, divisão, promovendo o sonho de conquista dos ideólogos e adeptos do poder totalitário.

Posso mencionar nomes como Stálin, Mao, Mussolini e Hitler (e seu manipulador gênio do mal, Goebbels), precursores de manipulação grotesca e para um mal imediato.

Posso mencionar ainda gente que não prega abertamente o genocídio, nem o comete com as próprias mãos, mas que é muito mais eficaz e dissimulada em dividir, manipular massas e criar medo, como Obama, expoente maquiavélico dos democratas, a turma do Trudeau (produto artificial e bem embalado, fruto da maldade inerente do partido liberal canadense e suas mulas como o novo partido democrata e os verdes), Merkel com  seu eco-terror destrutivo do esteio social e coletividade germânicos, sendo que posso também citar os latino-americanos de praxe como Chavez, Lula, os Castro, peronistas...



O medo é uma fonte poderosíssima de controle e manipulação.

Tanto que o terrorismo é uma arma incontornável nos dias atuais, mediatizado, já que manipula e orienta o medo.

A manipulação se implanta sob vários formatos usando fatores de comunicação e ação.

Ouvi hoje cedo o The Wall, música de 1979 do Pink Floyd que condenava o Muro de Berlim, edificado em 1961 pelos comunistas da RDA - República Democrática Alemã (que de democrática tinha só o nome, escondendo - como sempre nas mentiras socialistas - seu caráter totalitário). 

O idealizador da canção citada é o assumido nazista Roger Waters. Roqueiro rico e mimado, esse decadente músico é um desprezível antisemita, que simpatiza com assassinos palestinos, mas essa estória é para outro post.  

A canção The Wall propunha um mundo lindinho, sem muros e em que todos agiriam no sonho de erradicarem o sofrimento do comunismo totalitário, para permitir a inserção daquela população oprimida ao Ocidente livre. Fez sucesso...

Em 1987, Ronald Reagan proferiria seu famoso discurso em Berlim, presságio do fim do Muro e a confissão de que o modelo político, social e econômico do comunismo era um lixo que estaria enterrado para sempre...

Só que covardes prosperam apenas em grupos... dependem de agrupamentos para aterrorizarem e sentirem-se existentes, relevantes, no seu sadismo coletivo. 

Os comunistas são covardes, assim como todos os grupos revolucionários, inclusive islâmicos, em que o indivíduo deve ser anulado em nome do dogma, de uma luta, um combate, o ódio.

Veja-se o atual Supremo Tribunal Federal, em que todos se unem contra um único juiz de carreira que tem a audácia de sublevar-se contra os abusos de poder perpetrados por membros da corte... expondo a covardia dos fracos que, apenas unidos, conseguem ser protagonistas de algo (malévolo, no caso).

Atualmente, o mundo está antagonizado. Tudo é preto ou branco.

É provável que qualquer pessoa que viveu intensamente a Europa da década de 1930 iria sentir algo similar, nos dias de hoje.

Nada respira moderação. 

Todas as condutas parecem criminalizadas, a despeito de jamais na história usarem-se tanto as palavras diversidade e tolerância.

Não me lembro, em minha existência, de ver tanta discriminação, ódio e intolerância, abandono do diálogo. E os algozes das liberdades individuais são aqueles que, umas 4 décadas atrás, diziam-se virtuosos e livres.

Tudo tem tom bélico e de enfrentamento. Até entre aqueles que pregam diálogo e virtude... tudo parece conversa fiada, fachada encobrindo desejos totalitários.

A agenda odiosa está presente, tão presente que a censura é a palavra-de-ordem dos governos comunistas, travestidos de progressistas, como os atuais canadense, britânico e brasileiro. 

Cuba e a Venezuela chavista nunca foram modelos aceitáveis, toleráveis, então metamorfoseou-se o modelo comunista para se implantar com sucesso, por manipuladores de escol, nos citados países.

No Canadá, a manipulação é constante, criminosa e insistente. 

Iniciou-se fortemente durante a Covid. A irracionalidade do pânico sanitário fragilizou a população e a repressão foi testada, com muito sucesso, permitindo à linha-dura do partido a adotá-la como modus operandi até hoje. Tratei disso aqui.

É de dar inveja em Mao (a quem, diga-se de passagem, os atuais membros do governo idolatram) o discurso e a ação divisiva, mentirosa, caluniosa e corrupta do atual governo (Carney sucedeu Trudeau com a mesma técnica, equipe e programa, nada alternado, auto-destrutivo). 

Cada dia inventam um factóide para tirarem atenção do público sobre o que importa, não permitindo qualquer escrutínio de ações danosas ao país e a seu povo.

Criminalidade explodindo,  economia (dependente dos EUA) mergulhando na mediocridade e medo da insegurança e incertezas, com fronteiras desprotegidas abertas recebendo bandidos de toda ordem, são a fórmula da destruição progressiva (daí deve advir o nome: progressistas... rsrs).

No Brasil, para surpresa de ninguém, o retorno do ladrão ao local do crime - nas melhores palavras de seu vice-presidente, quando posava de honesto ainda em campanha - permitiu com que a divisão e programas manipuladores (bolsa isso, bolsa aquilo, acusação de genocida aqui, genocida ali, etc.) fossem acelerados, garantindo poder absoluto, impunidade absoluta e corrupção ilimitada.

Nos Estados Unidos, Obama e sua organização criminosa, aliada aos ativistas bilionários revolucionários-destrutivos como da OPEN Society, conforme fartas alegações circulando nas mídias tradicionais e não-tradicionais, fazem de tudo para incutirem medo e incerteza, visando tornarem-se os virtuosos e salvadores de um povo cada vez mais aterrorizado e incapaz de enxergar seu passado glorioso e futuro de êxito e prosperidade.

O ponto comum a tudo isso é a manipulação.

É o abandono do cérebro individual, substituído pelo comportamento coletivo desesperado.

Vários psicólogos sociais estudaram o fenômeno coletivo.

Carl Jung é um dos seus expoentes, a quem tive o prazer de ser apresentado (aos seus livros, claro) em tenra idade. 

Em Jung, o arquétipo do SALVADOR sempre faz sucesso em populações desesperadas, ou tornadas desoladas por líderes malévolos como todos os citados acima e alguns outros, já que a lista é imensa.

Carl Jung via o comportamento de massa como uma ameaça à individuação, pois o indivíduo submerso no grupo tenderia a suprimir sua singularidade, em favor da conformidade. Hoje isso fica evidente ao olharmos a síndrome anti-Trump das manifestações do fim de semana passado ou em salas de aulas de universidades militantes.

Em O Eu e o Inconsciente (1928), ele argumentou que a verdadeira realização pessoal exige resistir às pressões coletivas e confrontar o inconsciente.

O psicólogo social e filósofo Jung sugeriu que indivíduos tornem-se conscientes de suas motivações inconscientes (através da análise psicológica ou introspecção), o que lhes tornaria menos suscetíveis a se deixarem levar por movimentos de massa...

A introspecção é algo que faço sempre, tentando transmitir a mensagem a você, ao escrever esse blog e sensibilizar-te.

Seria interessante lembrarmos que as ideias sobre a psicologia das massas antecedem conceitos de Jung (certamente tendo o influenciado), como os escritos de Gustave Le Bon (A Psicologia das Massas, 1895) e Wilfred Trotter (Instincts of the Herd in Peace and War, 1916).

Todas as obras citadas estão disponíveis para leitura via commons bastando clicar sobre seu título acima. Recomendo lê-las, devorá-las.

É de se notar que todas as teorias acima foram exploradas à exaustão pelos comunistas para compreenderem muito bem as técnicas de manipulação e lavagem cerebral.

O coletivismo e a obsessão comunista em dominar, dividir, conquistar e controlar, diferentemente daqueles adeptos da liberdade para criar, criticar, pensar, escrever e viver, encontraram nessas obras seu roteiro... e nós, conscientes da importância da nossa individualidade e liberdade, precisamos tudo tentar entender.

Desejo-te uma boa leitura para buscar compreender melhor o que está acontecendo à tua volta.

E boa sorte em enfrentar a massificação do medo que manipula a todos, tornando-se corajoso para seguir com seu próprio cérebro nesse mar de covardia, ao invés de aderir à histeria ignorante das massas.








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