Monstros S.A.
Eu gostaria de estar escrevendo a respeito do filme bonitinho em que o monstro lilás fica amigo da garotinha e ao invés de aterrorizá-la, a faz gargalhar.
Os monstros a quem me refiro são muito diferentes daqueles do filme.
Hoje lembramos que há 1 ano bestas humanas romperam as fronteiras de Israel para cometerem um pogrom filmado, televisado ao vivo, comemorado em várias partes vizinhas, próximas ao local das atrocidades naquele momento e até hoje.
Os monstros a que me refiro foram financiados, pagos, não só pelo terr8r que causaram, mas pelo número de vítimas inocentes que covardemente trucidaram e prometem trucidar.
Esses monstros agiram e continuam agindo com total covardia, como bem descrito pelo ex-chefe do estado-maior inglês, Coronel Richard Kemp, a partir do minuto 01:30 no vídeo abaixo:
Sua descrição é clara: esses monstros, quando não se escondem atrás de civis (inclusive crianças), se entregam, pois são covardes, são incapazes de lutar guerras convencionais em que apenas soldados se enfrentam.
São o retrato da covardia e só sabem agir covardemente, um bando de seres ignóbeis.
A melhor demonstração da covardia e desumanidade, o que transforma esses palestinos em monstros que não merecem qualquer direito de viver ou compaixão, se vê na execução sumária filmada e transmitida ao vivo, registrada orgulhosamente pelos assassinos (vídeo explícito, prepare-se para ver a brutalidade nua e crua):
Karina Pritika não era apenas uma linda moça de 23 anos. Ela era ginasta da equipe israelense e competiria nas Olimpíadas de Paris. Ela estava no festival de música se divertindo.
No vídeo acima, você vê sua EXECUÇÃO: sem resistência, sentada no chão após não conseguir mais correr do assassino, pedindo pela própria vida. Impiedosamente, foi executada com um tiro de fuzil.
O monstro simplesmente atirou com seu AR-15 explodindo a cabeça de Karina. A razão: ela era judia e estava na hora e no local errados.
O mundo deveria estar hoje fazendo homenagens com milhões de pessoas contra a barbárie, só que não é o que se vê nas mídias ou nas ruas.
Pelo contrário.
Mídia, instituições de ensino, professores (inclusive com altos diplomas), políticos de nações tidas como civilizadas, demonizam e deslegitimam não apenas as vítimas, mas a reação do país das vítimas em protegê-las de próximos ataques (que jamais cessaram, no último ano) e de caçarem impiedosamente os algozes da barbárie televisada.
Israel iniciou uma complexa campanha militar, após dias se reorganizando para entender a falha inaceitável em sua segurança que permitiu com que os monstros invadissem seu território para realizarem a matança macabra, perversa.
Há um ano, monstros estimados em mais de 6.000 palestinos cruzaram a fronteira invadindo território israelense.
Trucidaram mais de 1200 pessoas, levando mais de 250 de reféns, inclusive um bebê de 9 meses. Quase 100 reféns ainda permanecem reféns em Gaza e jamais se teve notícia dos mesmos nesse período, sequer pela Cruz Vermelha (que cruzou os braços selecionando auxiliar apenas civis relacionados aos algozes da barbárie).
Dezenas de mulheres foram estupradas pelos monstros, algumas levadas como reféns, outras assassinadas após seviciadas. Nada disso foi reconhecido por agências internacionais. Nada disso estampa manchetes dos jornais de hoje.
Os monstros mataram uma moça grávida, abriram seu ventre à faca, retiraram seu bebê e o mataram diante de câmeras, tudo filmado para regojizo de seu povo em Gaza, que comemorou distribuindo doces nas ruas.
Várias vítimas foram incineradas. Citam-se relatos de que várias famílias e grupos de amigos foram queimados vivos em bunkers onde se abrigavam.
Não se conseguiu reconhecer várias vítimas, tendo que se utilizar exame de DNA em corpos calcinados, amalgamados em razão da alta temperatura do combustível e explosivos lançados pelos monstros nos bunkers com gente aterrorizada.
Não bastava matar. Os requintes de crueldade tinham um objetivo: dar recado do que são capazes de fazer, prometendo fazer incessantemente até tornar a vida em Israel insuportável...
Famílias inteiras foram dizimadas, inclusive monstros postando uma bomba sob corpo de uma mãe assassinada, próxima a suas crianças, para explodir tudo quando socorristas acudissem ao local. Tais são os relatos sobre o absurdo e a perversão desses monstros que idiotas e desonestos no ocidente teimam em chamar de vítimas.
Os MONSTROS S.A. merecem esse título porque são a face aparente da máquina de dinheiro fomentada pelo antisemitismo dos aiatolás e islamitas radicais. Também financiam passeatas antisemitas e atos de vandalismo no ocidente.
Treinam e recrutam pessoas, jovens, para transformá-los em monstros em escolas, agências da ONU repletas de terr8ristas (UNWRA, agora já desmascarada, mas ainda financiada por países ocidentais que teimam em bancar inimigos da civilização) e outras instituições que necessitam ser desmanteladas.
Nesse 7 de outubro é necessário SABER.
É necessário VER o indizível, o absurdamente inaceitável.
É necessário EXERGAR a verdade nua e crua da brutalidade dos monstros palestinos, dos monstros libaneses e iranianos que há 20 anos transferem bilhões de dólares para montarem a infraestrutura do medo, da morte e do terr8r.
A idolatria à morte é a marca dos monstros.
E o Ocidente precisa rapidamente tornar-se intolerante com os intolerantes que já encontram simpatizantes em universidades, na mídia e no poder constituído, que buscam subjugar qualquer um que não aceite o radicalismo assassino que defendem.
Israel irá se defender e destruir toda a infraestrutura do terr8or onde estiver, inclusive os apoiadores de tais propostas, pois é inadmissível manter-se passivo diante de tão grave ameaça.
Se monstros se manifestam e prometem a destruição, a covardia materializada, nada mais natural que vítimas potenciais exigirem que os monstros sejam eliminados por completo.
Uma aliança civilizatória contra a barbárie e os monstros está sendo criada e certamente sairá vitoriosa.
Quanto mais cedo os monstros forem identificados, isolados e eliminados, mais perto estaremos da harmonia, da paz e da verdadeira diversidade.
Israel existe há mais de 3.000 anos como terra judaica, prometida.
Seu povo nativo enfim conquistou o direito junto à comunidade internacional de existir e prosperar numa terra que era pedregulho e deserto, em 1948, a despeito de todo o antisemitismo que conseguiu dizimar 2/3 dos judeus da Europa e que persistiu mesmo tendo-se revelado todas as atrocidades da matança industrial nazista.
O milagre da prosperidade e engenhosidade israelense causa inveja aos covardes.
Apesar de receberem bilhões em ajuda desde 1948, palestinos continuam odiando mais os vizinhos prósperos do que amando a seus filhos. a quem poderiam oferecer um futuro também próspero e colaborativo. Desejam coletivamente a destruição, a despeito de ter-lhes sido outorgada a auto-determinação em vários acordos que jamais cumpriram.
Pior: há 1 ano, palestinos de Gaza escondem os reféns: nenhum palestino ajudou a liberar reféns, diferentemente do que se viu nos países ocupados pelos antisemitas nazistas na Segunda Grande Guerra (vários judeus, de crianças a idosos, foram escondidos por europeus cientes da barbárie).
Os reféns liberados pelo exército israelense estavam abrigados em casas de "inocentes civis" assalariados do Hxmas para guardarem covardemente reféns.
Houve e há reféns nos calabouços dos túneis.
Seis sofreram execução sumária, um deles o norte-americano Hersh Goldberg-Polin e mais 5 reféns de diversas nacionalidades. Isso aconteceu há menos de 2 meses...
O silêncio da maioria dos povos ocidentais indica não estarem de acordo com os monstros, mas não seria manter silêncio uma forma de acovardar-se?
Elie Wiesel, sobrevivente do Holocausto, sabia bem o que significa o silêncio: ele autoriza, legitima o algoz.
Fracos líderes ocidentais, como na França, Inglaterra, Canadá, recusam-se a conhecer ou admitir fatos, propondo embargos de armas para que Israel cesse a destruição da infraestrutura de terror edificada em 20 anos de seu sonambulismo diante da evidente preparação para o genocídio judaico em Israel.
O Brasil, vergonha mundial liderada por um ladrão realçado ao poder por meio de esquemas e manipulações perversas do sistema, cortou relações diplomáticas de fato com Israel, não possuindo representante naquele país. Seguiu autocracias latino-americanas, alinhando-se ao Eixo do Mal...
No dia de hoje, algo de positivo se constata: caíram as máscaras.
Os inimigos da humanidade se revelaram. Eu já havia comentado aqui há um ano, mas não imaginava que ideologias de esquerda e o terr8rismo estariam tão associadas, seus patronos em tão grande sintonia pela destruição do Ocidente, a começar por Israel.
Antisemitas saíram do esgoto onde se encondiam, destilando ódio à luz do dia para todos assistirem, por conta dos fracos líderes ocidentais, que morrem de medo dos terr8ristas e do que acham ser o poder radical islâmico.
O mais interessante é constatar que, cada vez mais, países árabes não desejam abrigar um palestino sequer, um libanês-militante sequer, quando ligados aos cultos da morte e do antisemitismo. Estes covardes ficaram dissimulados nos últimos 20 anos, estruturando máquinas de guerra a mando dos aiatolás, por isso precisa tal infraestrutura do medo ser totalmente dizimada, destruída e todos aqueles que se colocarem em oposição a tal destruição. Os fuguetes contra Israel precisam parar, para haver paz na região, que não pode manter-se nesse círculo de fogo.
Só assim o mundo retornará a um estado de maior harmonia.
BONUS: assista a essa caprichada produção sobre o conflito iniciado pelos palestinos e iranianos em 07/10.
BONUS 2: leia essa moderada análise.