Convite Se você aprecia meus escritos, minhas reflexões, e gostaria de compartilhar mais essa caminhada de idéias e proposições, saiba que não publicarei mais nesse espaço, que em breve será fechado ao público. Meu novo local de publicação será esse: https://dankraft.substack.com/ Agradeço se puder visitar-me lá, assinar meu blog e divulgar, caso as idéias, provocações, críticas e propostas sejam de seu agrado. Qual a razão da mudança? O blogger tem um alcance público altamente limitado por algoritmos e usos, não permitindo comunicar-me com o público que possivelmente apreciaria minha contribuição ao debate. O Substack e o X são ferramentas bem mais adequadas à divulgação de idéias e ao debate ativo, a despeito das desvantagens do X, que permite grande violência escrita e tem uma política relaxada contra haters, antisemitas e outros seres da esgotosfera. Espero ver-te novamente no meu espaço Substack e, talvez, eu um dia resolva retornar publicamente ao X, já que parece estamos vivendo...
Essa semana fui a uma cerimônia de formatura. Distribuíram-se diplomas a bacharéis, mestrandos e doutorandos. Foi em uma universidade francófona de Montreal, reputada por sua tendência extremista à esquerda, formadora de sindicalistas, recrutadora de militantes radicais, mas com excelência em certas áreas sobretudo fora das ciências humanas. Sua faculdade em administração de empresas é apreciada como técnica. Desejo relatar parte do ocorrido na formatura, sob minha lente. Formatura é sempre uma festa bonita, sobretudo na América do Norte. Há a tradição dos chapeuzinhos quadrados, lançados ao alto ao final do evento solene. Os formados dão urras! de alegria por terem concluído mais uma etapa do que deveria ser uma trajetória de aprendizado (auto-conhecimento, sobretudo). Como professor há quase 30 anos, regojizo-me ao ver a alegria dos formandos. A quase totalidade terá se dedicado ao propósito original de entrar em uma universidade para abrir os próprios horizontes, capacitar-se ...
Depois de alguns dias intensos no Brasil, constato que o país está mesmo precisando de um remédio forte, para reduzir os sintomas de sua bipolaridade . Não sou psiquiatra (apesar de ter convivido com um, por duas décadas), mas sei o quanto esse distúrbio afeta não apenas a própria pessoa, que enfrentará dificuldades para criar uma certa linearidade em sua vida, mas também aos que estão à sua volta, familiares, amigos e desconhecidos. A medicação de alguém em uma situação assim é fundamental. Caso contrário, serão altos e baixos, euforias cortadas por depressões, num jogo de gato e rato, alegria e tristeza, que desorienta, interrompe a vida, as relações, o trabalho, etc. Uma década atrás, o Brasil comemorava o sucesso. Agora, comemora o fracasso. As Olimpíadas foram sensacionais, bonitas, bem organizadas (com acidentes de percurso normais, como em qualquer grande evento) e elogiadas mundo afora. Só que o circo acabou. A realidade volta a bater à porta. Como um comentarista r...
Foi horrível a forma como o negro americano George Floyd foi morto por um policial em ação para mobilizá-lo, em Minneapolis. O excesso no uso da força foi claro. O policial talvez não tenha tido intenção de matar, mas certamente assumiu esse risco ao não tomar cuidado e sufocar um pobre-coitado. Floyd tinha que ter sido julgado e encarcerado por seus crimes, como aconteceu nos últimos 30 anos de sua infeliz existência (roubo a mão armada, tráfico de drogas, falsificação, violência doméstica, etc.). Ele viveu como delinquente e morreu como um delinquente, como um problema social, desumanizado. Morreu como alguém que não tinha direitos reconhecidos. Não poderia ter sido tratado indignamente, por um agente de uma sociedade que se deseja digna e protetora. Demorei um tempo para digerir o que estava acontecendo. Não quis seguir a boiada. Não me precipitei. J.K. Rowling (a autora escocesa que inventou o Harry Potter) recentemente escreveu que não se deve esperar moderação das redes socia...
Hoje é uma data importante aos espanhóis: a farsa esquerdista foi denunciada no Parlamento ao mundo, mas especialmente aos espanhóis, que já não aguentam mais uma agenda sectária, divisiva e corrupta. Socialistas ladrões tomaram o poder há sete anos por meio de estrategemas judiciais e criminosos. Os dias de banditismo governamental parecem contados, a julgar pela repercussão do discurso acima, que apenas ecoa protestos populares por todo o país. Pedro Sánchez é o primeiro-ministro socialista. Uniu-se ao judiciário espanhol e declarou anistia a corruptos para tomar o poder e manter-se nele. O uso de esquemas escusos, associação ao judiciário e lawfare é algo que os brasileiros de bem conhecem profundamente. O receituário tem sido idêntico, só que no Brasil a censura também cavalga rapidamente, com a criação de ministérios da verdade no judiciário e executivo, seguindo à risca o modelo Orwelliano da sociedade totalitária. A Espanha não se recuperou da crise financeira de 2008. Mais ...
Acima: Stálin, Lenin e Kalinin, fundadores (dentre outros) do império soviético. Nos últimos dias, muito se tem falado do que foi e é a Rússia. O projeto soviético visou impor o Materialismo Dialético a milhões de pessoas. O que efetivamente fez foi criar uma máquina industrial de matança e sofrimento, mais perversa que aquela denunciada por Marx e Engels, bons observadores das agruras da Revolução Industrial. Os anos de 1921 e 1922 marcaram para sempre o fracasso da União Soviética. A poderosa propaganda totalitarista - denunciada por Hannah Arendt e Arthur Koestler - tentou fazer o mundo esquecer que nesse período entre 5 e 10 milhões de ucranianos e soviéticos de outras regiões (os números nunca foram calculados com certeza, seriedade, mas relatos são inúmeros) pereceram de fome. O canibalismo, nessa época, tornou-se praticamente comum naquela terra que passou a ser amaldiçoada desde que a era dos czares acabou, em 1917. Koestler conta muito bem em sua obra ...