Um olhar atento, sincero e transversal ao Brasil e ao Mundo, informando e opinando com humor lançando mão, por vezes, de alegorias. Por Dan Kraft
Apresentador inglês tirando sarro do Brasil: isso mesmo, ajude no panelaço
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Dan Kraft
Já tomou as redes sociais, portanto, nada mais natural que a tragicomédia tome também espaço aqui nesse singelo e alegre blog ativista: assista a esse VÍDEO.
O pós-guerra marcou-se pela era da racionalidade e pragmatismo. Após tanta destruição, mas também a revelação de imensa colaboração para combater o mal representado pelo Eixo, pelo Nazismo e Fascismo, o totalitarismo corporificado em Hitler e Mussolini, o ocidente passou a viver um período de imensa integração e prosperidade racional. Já estando extinta aquela geração que sofreu a amargura da guerra, a perda, o trauma e a irracionalidade destrutiva, incluindo a geração que enfrentou a Cortina de Ferro e o totalitarismo soviético liberado em 1989, a geração que se seguiu, dos Baby Boomers, parece não dar nenhum valor ao esforço feito. Movimentos revisionistas da história, o auto-ódio a tudo o que representa a prosperidade e desenvolvimento humano e tecnológico ocidental, a visão distorcida do que vem a ser democracia e confronto de idéias para promoção do bem comum harmonizado tomam lugar nas agendas políticas, o movimento anti-branco distorcido como inclusivo e várias pautas ident...
O estilo ousado e confrontador do 47º presidente pode ser muito eficaz ao lidar com regimes radicais e apoiadores do terrorismo. No entanto, a mesma abordagem está se mostrando contraproducente — e até prejudicial — quando aplicada ao Canadá e ao Brasil. No Canadá, o governo Trump desperdiçou uma oportunidade valiosa. Em vez de permitir que o Partido Liberal, então liderado por Justin Trudeau, entrasse em colapso devido aos seus próprios fracassos, os EUA adotaram uma postura agressiva que permitiu que a mídia alinhada ao governo se unisse em torno de uma narrativa odiosa de "nós contra eles". Isso ajudou Mark Carney e um pequeno círculo íntimo a consolidar o poder usando estratégias antidemocráticas muito questionáveis. O resultado foi o distanciamento desnecessário do aliado e vizinho mais importante dos Estados Unidos — um país agora cada vez mais alinhado com regimes autoritários e comunistas, para o desgosto de muitos jovens canadenses. Um erro de cálculo semelhante es...
A liberalidade em falar e propor bobagens não é exclusividade de líderes populistas de esquerda. Estes, entretanto, flertam sempre com platéias cativas incapazes de contestarem ou indignarem-se com devaneios delirantes e absurdos, a despeito da presença invariável dos inúmeros diplomados, laureados e frequentadores de colóquios acadêmicos globais que dizem ser de alto nível. O fenômeno contagioso não apenas ocorre com o coronavirus: a estultice - ou imbecilidade, estupidez, falta de inteligência e preparo - impregna as mais altas rodas intelectuais e elitistas sobretudo quando tudo se justifica pelo bem coletivo e, mais recentemente, pela suposta luta pela democracia, ainda que signifique a implantação do estado-policial e da censura, inclusive prévia. O Brasil de L(202)3 revive a tragicomédia dos anúncios absurdos midiáticos, como aquele bem recente de que o país estaria negociando com Argentina - um país com várias modalidades de câmbio e uma inflação superior a 100% ao ano - a ...
Diante dos ventos de mudança resultantes do Impeachment e do discurso dos candidatos, há algo que pode ser abordado de imediato, com resultados positivos imensos. É preciso acabar com a publicidade governamental, na maioria das vezes travestida em propaganda do político. O Brasil já melhorou bastante nesse quesito, pois sou da época em que se anunciava o nome do governador ou prefeito na TV e nos jornais, ao invés de falar da Prefeitura ou do Estado tal e tal. Vou exumar alguns corpos agora, mas é necessário para o leitor vislumbrar o absurdo que ainda impera no país que gasta muito mal o que arrecada na marra, dos brasileiros. Vou ressuscitar o Lula e a Dilma (outubro é o mês do Halloween e das Bruxas, portanto que venham os ZUMBIS). Leia essa reportagem publicada há mais de um ano pela revista-porta-voz das esquerdas quando eram donas do país. Sim, a Globo recebeu nos anos Lula e Dilma mais de R$ 6 bilhões em publicidade ... Essa mesma Globo da qual Lula, o mentiroso safado...
Depois de alguns dias intensos no Brasil, constato que o país está mesmo precisando de um remédio forte, para reduzir os sintomas de sua bipolaridade . Não sou psiquiatra (apesar de ter convivido com um, por duas décadas), mas sei o quanto esse distúrbio afeta não apenas a própria pessoa, que enfrentará dificuldades para criar uma certa linearidade em sua vida, mas também aos que estão à sua volta, familiares, amigos e desconhecidos. A medicação de alguém em uma situação assim é fundamental. Caso contrário, serão altos e baixos, euforias cortadas por depressões, num jogo de gato e rato, alegria e tristeza, que desorienta, interrompe a vida, as relações, o trabalho, etc. Uma década atrás, o Brasil comemorava o sucesso. Agora, comemora o fracasso. As Olimpíadas foram sensacionais, bonitas, bem organizadas (com acidentes de percurso normais, como em qualquer grande evento) e elogiadas mundo afora. Só que o circo acabou. A realidade volta a bater à porta. Como um comentarista r...
Gosto do discurso do Amoedo. Simpatizo com a proposta genérica do seu partido, de libertar a economia das amarras de um estado pesado, ineficiente, perdulário e corrupto. Admiro a energia, certo desprendimento e engajamento do Amoedo. Só que não me identifico com ele, apesar de compartilharmos idéias. E por quê? Por preconceito . Por observação . Por experiência de vida. Isso tudo junto. Meu preconceito advém do fato que alguém com a fortuna imensa que ele tem não consegue - por mais sincero que seja em suas declarações, aparições públicas, etc. - sentir como um cidadão normal, médio... nem digo do povão (porque não precisamos exagerar). Amoedo é uma personalidade notável, com IMENSO VALOR, mas não tem as antenas de alguém com sensibilidade para problemas da média da população brasileira. Ele simplesmente não tem essa sensibilidade. E, note bem, não é por maldade. É a realidade dele. Ela é diferente demais da minha, da sua. Consigo provar isso? Claro que não. Então...